Músicas gravadas pela Filarmônica Municipal de Santarém

Olá gente, atualmente estou tocando na Filarmônica Municipal Profº José agostinho (Santarém – PA) e estamos passando por uma experiência legal. Estamos fazendo parte do projeto do Profº Fábio Cavalcante que se chama “Músicas de Domínio Público do Folclore Santareno”. O trabalho consistiu no registro, em áudio e partitura, do folclore musical da cidade de Santarém-PA, depois ele escreveu arranjos baseados nesses temas folclóricos para a Banda sinfônica executar.

No total são três músicas, mas apenas duas foram gravadas:
Arapiuns ♫
Percussão: Eude Igor (Timpanos), Josias Cordeiro (Tumbadoras), Rafael Moreira (Caixa).
Valsa do Saracuá ♫
Percussão: Eude (Timpanos), Rafael Moreira (Caixa).

abril 8, 2011 at 2:33 pm Deixe um comentário

Apostila de Marcos Suzano (Pandeiro)

Essa apostila está circulando na internet, então resolvi postar aqui no blog para arquivá-la em um ponto fixo para que possamos sempre encontrá-la e indicá-la.
Ela é bem interessante, possui alguns exercícios e por fim ele coloca vários ritmos a serem estudados.

Clique aqui para baixá-la!

abril 8, 2011 at 1:51 pm Deixe um comentário

Pandeiro

O Pandeiro é um instrumento musical de percussão muito usado no samba, mas não se limitando a esse ritmo, sendo encontrado no baião, côco, maracatu e etc. Por isso, considerado por alguns o instrumento nacional do Brasil.

Este instrumento maravilhoso, apesar de ter se fundido muito bem aqui no Brasil, não se originou aqui. Desde o neolítico que o instrumento é bastante conhecido e popular na Ásia, África e Europa, havendo no entanto a possibilidade de já existir no paleolítico. Em todas as grandes civilizações do passado, do Crescente Fértil ao Egipto, passando pela Grécia e Roma, o pandeiro aparece representado com vulgaridade especialmente em volta do Mediterrâneo.

Os Pandeiristas existem por todas as regiões do Brasil, seja atuando em conjuntos de choro e de samba, em orquestras, e até aqueles que simplesmente carregam seu pandeiro aonde quer que vão, tocando em reuniões musicais. Na história da MPB, têm sido muitos os pandeiristas ilustres.

Clique aqui para entrar na comunidade “Pandeiro” no Orkut.

abril 8, 2011 at 1:30 pm Deixe um comentário

Tenor Drum (Quinto ton, quadri ton e etc…)

Galera, nós sabemos que há uma grande variedade de Percussionistas. Há músicos de orquestras, bandas sinfônicas, bandas populares e etc…
Partindo desse contexto, coloco um método para Tenor Drum (Quintotom , quadritom, tritom e etc…). O Tenor Drum é um instrumento para um determinado grupo de Músicos denominado como “Marching Band”.

As Bandas Marciais são muito populares na América do Norte e estão ficando cada vez mais populares no Brasil.
Tal conjunto é caracterizado pela música combinada com a marcha e coreografias, além de uma severa disciplina militar.

Espero que gostem do método:
Método para Tenor
(Clique aqui)

março 20, 2011 at 4:55 am Deixe um comentário

Tocando Baião

Eu particularmente, gosto e respeito todos os ritmos do Brasil. Mas o ritmo nordestino me fascina muito, o Baião é um dos meus favoritos.
Aqui, coloco uma partitura que mostra como executar o Baião. Convencionalmente, usa-se os seguintes instrumentos: Pandeiro, Triangulo, Agogô e Zabumba.

Clique para ampliar

Gênero musical. O termo deriva de baiano, uma dança popular nordestina. Em fins do século XIX já era conhecido no interior nordestino, sendo executado em sanfonas pelo sertão, sempre em unidades de compasso par. Restrito e esquecido no interior nordestino, o baião chegaria à música popular brasileira urbana através da dupla Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira. E é Luiz Gonzaga quem afirma sobre o baião, no encontro que compôs com o parceiro o primeiro baião que foi gravado: “…baião telúrico e imortal […]

http://www.dicionariompb.com.br/baiao/dados-artisticos

março 2, 2011 at 4:30 pm 3 comentários

Percussão no Facebook

Gente, vocês também podem acompanhar a página “Percussão no facebook”. É só clicar no atalho abaixo:
Percussão

Promova sua página também

fevereiro 28, 2011 at 4:21 am Deixe um comentário

Tocando Maxixe

Todo percussionista que ler música sabe o quanto é difícil encontrar partituras escritas em alguns ritmos, ou se pega “de ouvido” ou improvisa. Partindo dessa problemática, andei pesquisando e encontrei uma simples pauta de como executar o gênero Maxixe. A partitura coloca os instrumentos a serem utilizados e suas respectivas células rítmicas.

Clique para ampliar

Maxixe:

Dança urbana surgida no Rio de Janeiro por volta de 1870. Segundo José Ramos Tinhorão, o maxixe desenvolveu-se a partir do momento em que a polca, gênero musical de origem européia e tocado nos salões da corte imperial e da alta classe média carioca, sempre ao piano, passou a ser tocada por músicos populares chamados chorões com a utilização de flauta, violão e oficlide […] O maxixe, portanto, surgiu a partir da mistura de diferentes ritmos e ganhou sua configuração definitiva enquanto dança nas festas da Cidade Nova e nos cabarés da Lapa. Segundo José Ramos Tinhorão: “Transformada a polca em maxixe, via lundu dançado e cantado, através de uma estilização musical efetuada pelos músicos dos conjuntos de choro, para atender ao gosto bizarro dos dançarinos das camadas populares da Cidade Nova, ia chegar ao conhecimento das demais classes sociais do Rio de Janeiro” […] No final do século XIX começaram a aparecer as primeiras partituras com maxixes, “quando as casas editoras o reconheceram como gênero musical específico”, segundo Cravo Albin. Alguns compositores que se destacaram na composição de maxixes foram Eduardo Souto, Sinhô, Sebastião Cirino, Romeu Silva, J. Bicudo e eventualmente, Chiquinha Gonzaga.

Fonte: http://www.dicionariompb.com.br/maxixe/dados-artisticos

fevereiro 22, 2011 at 12:22 pm 2 comentários

Posts antigos


Siga-me no Twitter


Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.